تشكيل ريال مدريد المتوقع أمام سيلتا فيجو اليوم في الدوري الإسباني

يحل فريق ريال مدريد ضيفًا على سيلتا فيجو مساء اليوم الجمعة، ضمن منافسات الدوري الإسباني “الليجا”.

ويلتقي الفريقان على ملعب “بالايدوس” معقل سيلتا فيجو، ضمن مباريات الجولة الثالثة للدوري الإسباني.

ويسعى ريال مدريد لتحقيق فوزه الثالث، بعد التغلب على أتلتيك بلباو وألميريا، في الجولتين الأولى والثانية.

وسيلتا فيجو لم يبدأ الموسم بشكل جيد، حيث حصل على نقطة واحدة من مواجهتين.

وشهدت قائمة ريال مدريد استدعاء حارس المرمى كيبا، القادم من تشيلسي على سبيل الإعارة.

ويغيب عن ريال مدريد، تيبو كورتوا وإيدير ميليتاو، بعد الخضوع لجراحة الرباط الصليبي، ويغيب أيضًا أردا جولر، وداني سيبايوس، وفيرلاند ميندي للإصابة. تشكيل ريال مدريد المتوقع أمام سيلتا فيجو

حراسة المرمى: كيبا.

خط الدفاع: كارفاخال، روديجر، ألابا، جارسيا.

خط الوسط: تشواميني، فالفيردي، كروس، بيلينجهام.

خط الهجوم: رودريجو، فينيسيوس جونيور.

ويمكنكم مطالعة مواعيد ونتائج جميع المباريات لحظة بلحظة عبر مركز المباريات من هنا.

Celtic dealt major Kyogo blow

Celtic have been dealt a potentially major blow ahead of their upcoming Old Firm clash in February.

What’s the latest?

In recent comments cited by The Sunday Post, the technical director of Japan’s international side, Yasuharu Sorimach, revealed that he will be presenting a special case to the Japanese government in a bid to convince them to allow Kyogo Furuhashi to enter the country in order to play in Japan’s crucial World Cup qualifying fixtures against China and Suadi Arabia on January 27 and February 1.

At present, Japan have restrictions in place which ban all overseas visitors from entering their country, however, should Sorimach be successful in making an exception for the Celtic centre-forward, and the 26-year-old does link up with his international side at the end of next month, it would subsequently rule him out of contention to feature in the Bhoys’ rescheduled Old Firm clash on February 2.

Speaking about Kyogo’s situation, Sorimach said: “The Japanese government should know the significance of our participation in the World Cup in Qatar. I believe we will negotiate various conditions for the games against China and Saudi Arabia. It is imperative we have our best squad for the game. At the moment, I am praying, and keeping an hourly watch on the [pandemic] trends.”

Fans will be outraged

Considering just how important a part of the Celtic side Kyogo has become since his £4.6m move to Parkhead this summer, the news that the striker could miss out on what is undoubtedly one of the Hoops’ biggest games of the season as a result of international duty is sure to have left fans outraged.

Indeed, over his 14 Premiership appearances this season, the £1.8m-rated man has already scored eight goals, registered two assists and created four big chances for his teammates, as well as taking an average of 2.2 shots and making 1.2 key passes per game.

These returns have seen the £18k-per-week forward average a SofaScore match rating of 7.07, ranking him as Ange Postecoglou’s 10th-best performer in the top flight of Scottish football.

Furthermore, the Japan international has bagged a further eight goals and three assists over 12 outings in the Europa League, Europa League qualifying and the League Cup – taking the 26-year-old’s total to 16 strikes and five assists in just 26 outings for Celtic.

As such, being without the services of Kyogo in the Old Firm clash will undoubtedly come as a major blow to the Bhoys’ chances of taking all three points from the fixture – something that could all but end Postecoglou’s hopes of securing the Premiership title come next May.

In other news: Huge blow: Celtic dealt further injury setback ahead of Saints, Ange will be fuming

Após viajar na madrugada, Timão desembarca na Venezuela

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O Corinthians desembarcou em Barquisimeto, na Venezuela, na manhã desta terça-feira. O time embarcou de São Paulo na madrugada em voo fretado pelo clube. Corinthians e Deportivo Lara se enfrentam na quinta-feira, às 16h no horário local (às 17h de Brasília), pela Copa Sul-Americana.

Em razão da crise econômica, social e humanitária que passa a Venezuela, o time precisaria chegar ao país durante o dia, já que o aeroporto não funciona à noite por falta de energia elétrica.

Antes do duelo, o time comandado por Fábio Carille ainda fará mais dois treinos, ambos no Clube Luso Laraense. O primeiro será nesta tarde, às 17h (de Brasília). O segundo, nesta quarta-feira, está previsto para às 11h (de Brasília).

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Por precaução, o clube levou na bagagem tudo o que precisar consumir nos dias em que estiver no país, como produtos de higiene pessoal (papel higiênico, sabonete e pasta de dente). Além disso, o Corinthians também embarcou com alimentos e um cozinheiro para que a delegação não passe por dificuldades neste período.

'Sorte dá trabalho': técnico explica ao L! a Tríplice Coroa do Verdão sub-20

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Nos últimos meses, o Palmeiras conquistou a Tríplice Coroa do sub-20: venceu o Campeonato Paulista, o Campeonato Brasileiro e, no último dia 16, a Copa do Brasil. Tudo sob o comando de Wesley Carvalho, que explica tantos títulos com um ditado: ter sorte dá muito trabalho.

O LANCE!foi à Academia de Futebol 2, em Guarulhos, o centro de treinamento das categorias de base, para conversar com o treinador sobre a ascensão de um clube que pouco ganhava nas divisões menores para se acostumar a ser campeão com os garotos. E um dos ingredientes, no discurso dele, é ter fome permanente. A ponto até de não ficar lembrando que foi com ele, interinamente, que o Palmeiras iniciou a atual sequência invicta no Brasileiro.

Durante 30 minutos de entrevista exclusiva, Wesley mostrou que repassa aos comandados o seu desafio pessoal de não se acomodar. Tanto que era o técnico interino do Vitória campeão baiano em 2017 dias antes de aceitar o convite do time sub-20 do Verdão. E é assim que ele trata todos os assuntos abordados, incluindo a busca pela primeira Copa São Paulo de Futebol Júnior da história do clube e a falta de espaço para os jovens no elenco principal.

Confira abaixo a entrevista exclusiva de Wesley Carvalho ao LANCE!:

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Qual é o segredo para vencer Paulista, Brasileiro e Copa do Brasil em um ano?
Como diz o ditado: ter sorte dá muito trabalho. O princípio básico de todas as conquistas que tivemos aqui foi muito trabalho, dedicação e comprometimento de todos os setores envolvidos no futebol, não só a comissão técnica e quem está no campo, mas o clube todo envolvido dentro de um contexto.

O que aconteceu para o Palmeiras começar a ganhar tanto na base?
Desde a chegada do Alexandre Mattos (diretor de futebol) e do Cícero (Souza, gerente de futebol), e a vinda do João Paulo (Sampaio, coordenador da base), o clube se preparou para chegar a esse momento e ficar no automático. Chega um momento em que o motor está funcionando tão bem que não precisa trocar peça toda hora, é só escutar o motor e fazer os ajustes para funcionar bem e dar retorno, ter velocidade. Cheguei, possivelmente, na metade deste trabalho. É fácil falar que, depois que o Wesley Carvalho chegou, o Palmeiras começou a ganhar. Mas é mentira. O Palmeiras se preparou como um todo para isso, e vim fazendo parte desse processo. Tudo se encaixou e está vindo um retorno que se plantou lá atrás. A minha vinda foi uma dessas peças que comprou para colocar e o carro se encaixar. Não sou o salvador da pátria.

Para ter tantos títulos seguidos com a mesma geração, o que foi feito para evitar a acomodação?
É normal, não só nesta idade, mas com qualquer ser humano, dar uma acomodada após grandes conquistas. Neste momento, ou talvez depois do Brasileiro, o nosso maior desafio é tentar alimentar essa fome de querer ganhar mais. Para não se acomodar e ficar feliz por já ter chegado a ser campeão brasileiro. É um desafio muito grande, não só para mim, como treinador, mas para os atletas. E isso não se faz faltando cinco dias antes de começar a competição. É um processo diário, o tempo todo, porque é normal que eles deem uma relaxada. Tenho que chegar e falar: ‘Então, tá bom?! Não vamos ganhar mais nada neste ano?!’ O tempo inteiro tento criar estímulos para despertar o desejo neles para sustentar essa fome de gostar de vencer e ter alta competitividade, alta intensidade de jogo, de ficar bem melhor, com melhores condições técnicas.

É um trabalho individual, então?
O que me incomoda como treinador é um atleta chegar às minhas mãos, passar um ano e eu não conseguir mexer com ele como ser humano ou atleta, na parte técnica e tática. Ele não pode sair como entrou, tem de sair das minhas mãos, seja para outro clube ou para o profissional, com algo mais. É um dos meus maiores desafios, e repasso para os atletas continuarem tendo esse desejo e essa fome de ganhar. Não ganhar a qualquer custo, mas preparado com tudo, sem deixar cair. É muito difícil, principalmente pela idade, mas também vivo nessa contínua batalha comigo mesmo, porque sou treinador e tenho de dar exemplo, não posso me acomodar. Apesar de termos ganhado muitos títulos, não sou o responsável, apenas faço parte do processo, e essa já é uma boa forma de deixar a minha bolinha bem baixa.

Você está querendo dizer que não é com uma preleção mágica…
É comportamental. É desde quando você acorda, se cuida no extracampo, se comporta no dia a dia. Se você se empolgar, vai começar a ingerir bebida alcoólica, a perder noite, a namorar com todas as menininhas de São Paulo… Eles precisam ter ciência de que não é só isso. E não pode se empolgar e ficar focado só nisso. Você tem de ficar ligado direto nesse comportamento, porque eles dependem do corpo deles. Se não tiverem esse cuidado, dificilmente terão êxito na profissão. É um trabalho de formiguinha: o tempo inteiro falando, e todo dia. Quando sinto que alguém está acomodado, crio um desafio diferente para ele se automotivar de novo.

No segundo jogo contra o Cruzeiro, o Palmeiras vencia por 3 a 1, mas levou a virada por 4 a 3 e precisou ir para os pênaltis. Foi por acomodação em campo?
Pelo que estudamos o adversário e o que vimos do jogo, só tinha duas formas de o Cruzeiro fazer gol em nós: em bola parada ou em uma segunda bola. Tínhamos o controle total do jogo, a posse de bola e 3 a 1 no placar. Aí, eles começaram a fazer bola direta, cometemos um erro de marcação na área, na bola parada, depois outra falha em bola parada de novo, e o terceiro gol que foi mais trabalhado, criando aquele tipo de situação. Não foi acomodação, não. Foi mais mérito do adversário, de ter conseguido buscar da forma que buscou. A torcida começou a inflamar, vir junto com o time, e acabamos levando a virada. Mas conseguimos ser ágeis e rápidos para apagar tudo que tinha acontecido no jogo e restabelecer a autoestima para irmos bem confiantes aos pênaltis, fazendo o que treinamos três vezes por semana, que são os pênaltis.

O que você falou para a retomada do ânimo para os pênaltis?
‘Apague, esqueça, já levou o gol, não temos como voltar mais no tempo e não adianta ficar aqui relembrando o que aconteceu no que já é passado. Vamos zerar e pensar no pênalti. Todos estão capazes de bater, tranquilos e confiantes para fazer o que treinamos?’. Eles responderam que estavam tranquilos e que iriam ganhar, porque sabiam o que iam fazer. Fui um por um entre os que escolhi para bater os cincos primeiros e os três seguintes. Todos falaram que estavam tranquilos, sabendo o que iam fazer. A partir deste momento, percebi no olhar e no comportamento, porque o corpo fala, a tranquilidade deles para ir para o pênalti. E aconteceu o que aconteceu: saímos vencedores.

Nos pênaltis, o Palmeiras também ganhou a Copa RS, no ano passado. É tudo com base em treinar três, quatro vezes por semana?
O único diferencial do treino é a questão do emocional. Não conseguimos reproduzir a situação do jogo, de cansaço, adrenalina lá em cima, responsabilidade. Mas conseguimos aprimorar a parte técnica. Pênalti não se treina só quando está na véspera do jogo. Não se estuda no dia antes da prova, mas no semestre, bimestre ou trimestre todo, senão não consegue transformar aquilo em conceito ou aprendizado. É igual estudar tabuada: aprende, responde e passa na prova, mas, daqui um mês, não lembra mais porque não fez aquele princípio virar conceito. Entendendo dessa forma, trabalhamos pênaltis três ou quatro vezes por semana e criando um motivacional: equipe que perde retira todo o material do campo. Tentando chegar próximo ao que é o jogo em termos de competitividade. É claro que não é igual. Não é só treinando que vamos ganhar, não tem uma ciência exata. Às vezes, você faz tudo certo, a bola sai um pouquinho e bate na trave, ou o goleiro sai antes, estica o pé e pega com o pé. Como falei: ter sorte dá muito trabalho.

O que falta para ganhar a Copa São Paulo de Futebol Júnior?
É um sonho nosso, do Palmeiras e de todo o torcedor. Também não tínhamos a Copa do Brasil e o Brasileiro sub-20. São feitos que o clube está conseguindo. E vamos tentar fazer de tudo para realizar este sonho de também ser campeão da Copa São Paulo. É algo que temos como objetivo e faremos de tudo para chegar lá.

O Palmeiras recebe críticas por contratar muitos jogadores na base. O que você pode falar sobre isso?
Do meu time, 70% estão desde o sub-15, sub-16, sub-17, há mais de três anos. Então, não contrata muito. Tem muito mais times que contratam. Se pegar o Cruzeiro que fez a final da Copa do Brasil conosco, 70% do time não é deles. Deve ter algum equívoco. Contratamos muito pouco. São poucos que trazemos para o sub-18 e sub-19 para cá.

Como é o seu relacionamento com o Felipão?
Falo muito com ele pessoalmente. É um relacionamento muito bom, de confiabilidade e respeito. Ele é uma pessoa muito carismática e um espelho para os treinadores. O que você pode falar de um vencedor como ele? Se eu pudesse, estaria com ele quatro vezes por semana porque, com certeza, ele tem muito a acrescentar no meu crescimento como treinador, ser humano e vencedor. Ele tem alguma coisa que é muito diferente para ser o que é. Não é possível um cara de 70 anos ter essa vontade e determinação de trabalhar. Poderia muito bem estar em casa, descansando. Deve estar com a vida financeira muito boa. O que o motiva? Por isso, gosto de conversar com ele. Gostaria que fosse bem mais, mas está dentro do aceitável. Sempre vamos para a Academia, e me sinto muito bem indo lá. O Palmeiras tem essa facilidade, tem uma integração muito grande, participo da programação do profissional, vamos lá treinar ou assistir aos treinos. Vira e mexe, estou lá. No treino ou em contato para trocar ideias.

Vocês conversam sobre ter o mesmo estilo de jogo?
Não. O Palmeiras tem um currículo desenvolvido pelo João Paulo, que é de ter jogadores de alta competitividade, intensidade, que pratique o futebol total, preparado para o profissional. Mas não de forma tática, e concordo. Não posso começar no sub-11 até o profissional com o mesmo modelo de jogo porque, quando chegar ao profissional, não será o mesmo modelo. Um treinador joga de um jeito e outro clube joga de outra, e o jogador não estará adaptado porque se adaptou a uma forma só. Jogador tem de enriquecer desde o infantil, dentro de um processo pedagógico, evoluindo as variáveis físicas, táticas e técnicas para chegar bem rico em todos os recursos ao profissional.

Um dos temas mais debatidos no Palmeiras é o espaço pequeno para a base. Como você trata isso com os jogadores?
Quando o jogador entra no profissional, é um dos momentos mais difíceis. A oportunidade nunca fala o dia que vai chegar. Aparece quando você menos espera. Um jogador profissional se machuca, outro é expulso, outro é convocado, e chamam. Se não estiver preparado, fará um mal trabalho e não sustentará outra oportunidade. Costumo dizer para eles o seguinte: trabalhem, trabalhem e estejam preparados porque, um dia, a oportunidade vai chegar e você precisará dar uma resposta para o treinador concluir que você é bom e precisa de outra oportunidade. Toda vez que tem um treino no profissional, ele tem de fazer o melhor, é como se fosse uma Copa do Mundo, para ele mesmo gerar outra oportunidade para ir de novo.

E os jogadores têm essa paciência?
Precisam ter. Não tem jeito. Todos passaram por esse processo. Todos que estão no profissional tiveram vida fácil? Veja a história de cada um para ter ideia de como é difícil chegar aonde estão. Não é fácil. Pergunte a Romário quantas vezes ele levantou para ir treinar no Vasco só com um lance e transporte de ida e volta. Pergunte a Zico, Roberto Dinamite e todos esses craques quanto passaram para chegar aonde chegaram. Ninguém teve vida fácil, não. Só consegue se estabelecer no mercado e jogar lá em cima quem passa por todas essas variáveis.

A venda do Luan Cândido ao Red Bull Leipzig, da Alemanha, pode chegar a 10 milhões de euros (aproximadamente R$ 43 milhões), e, com isso, foi destacado no Palmeiras que a base também forma para lucrar. Isso é tema na sua conversa com os jogadores, de ser vendido sem nem jogar no profissional?
Isso pode acontecer. Não é à toa que disputamos várias competições no exterior, e também no Brasil, com jogos passando em rede nacional. Tem empresário de tudo quanto é lado olhando. Como os times europeus estão buscando jogadores mais novos para começar a adaptar lá, em um treino, um jogo amistoso ou uma final, a todo momento aparece uma oportunidade. Eles precisam estar preparados para lidar, também, com isso, assim como a família, para esse tipo de mudança, que é muito grande na vida de um garoto, com salário aumentando, em outro campo de trabalho… Mas não tento focalizar e usar isso muito como fator motivacional, para não tirarem o foco. Tento alimentar o foco para desempenharem bem porque a oportunidade vai aparecer, seja para ir para o exterior, ser vendido ou jogar no profissional daqui. Com esses jogadores mais novos, se eu alimentar isso de ser vendido para a Europa para ganhar dinheiro, daqui a pouco esquecem de jogar bola e ficam só pensando nisso. Fica muito no sonho. Precisa ter muito cuidado.

Você mantém contato com jogadores que já não estão mais aqui?
Sim. As redes sociais nos permitem ter esse contato, mesmo estando distante. Como é com o Anderson (goleiro), que está no Santa Cruz, o Fernando (atacante), que está no Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, o Yan (atacante), que está no Estoril, em Portugal, o Matheus Rocha (lateral-direito, no Vitória). O Pedrão (zagueiro, emprestado ao América-MG) foi assistir à final da Copa do Brasil no Independência, torcendo por nós, e foi me dar um abraço. O Papagaio foi ao treinamento, na Cidade do Galo, na véspera do jogo, abraçar os meninos e dar apoio, e também foi ao jogo.

Quais são os grandes destaques do sub-20?
O coletivo. Um se destacar ou não acontece naturalmente. Falo para eles: não adianta pensar individualmente, porque individualmente se ganha jogos, coletivamente se ganha campeonatos. Sem sombra de dúvida, você só aparece se chegar à final. A primeira fase não é nem televisionada. Para chegar à final, tem de trabalhar coletivamente. Chegando à final, se destaca naturalmente. O que não pode é ter três na sua frente e não dar a bola para o companheiro porque quer aparecer, e perde o gol por vaidade. Não vai para a final e ninguém aparece, quando poderiam aparecer todos. Um exemplo é um gol que fizemos contra o Vitória, na final do Brasileiro sub-20: Yan levou a bola, estava de cara para o gol, ameaçou e tocou para o Papagaio fazer. Reforçamos muito isso, mostrando como exemplo positivo. Yan poderia ter chutado e feito o gol ou perdido, mas deu para o lado, pensou no coletivo.

O Yan subiu ao profissional na pré-temporada e o Palmeiras falou que ele precisaria de um trabalho físico particular, como o que foi feito com o Hyoran quando ele chegou da Chapecoense. Os jogadores saem do sub-20 com esse déficit físico na comparação com o profissional?
O trabalho do departamento médico e de fisiologia daqui é muito parecido e integrado com o profissional. Isso é mais por questões individuais e pontuais. É mais por déficit do próprio jogador do que do contexto do sub-20. Não dá para falar isso de Gabriel Menino e Gabriel Furtado, fortes por natureza. Não é uma questão coletiva, é individual e pontual. É um jogador que já tem esse déficit, que não tem essa força e precisa trabalhar.

E você saiu do Vitória, logo após comandar o time interinamente na conquista do Campeonato Baiano de 2017, para assumir o sub-20 do Palmeiras.
Pelo lado teórico, dei três, quatro passos para trás para, futuramente, dar mais e maiores passos para frente. Vir para o centro é diferente. Estar no sub-20 do Palmeiras é muito diferente de estar no sub-20 de Bahia, Vitória, de um polo que aparece bem menos na mídia. Na época, todos me chamaram de louco por sair do profissional para ir à base. Mas, se tenho como teoria aprimorar meus conhecimentos, aprendo pouco como auxiliar, não vou crescer. Preciso ir para a linha de frente tomar decisões, fazer escolhas, ter stress de jogo e pós-jogo. Seria muito simples ficar na zona de conforto como auxiliar, sem dar entrevista depois de jogo, escalar time ou fazer substituições, mas não evoluir como treinador. A única forma de vivenciar isso é como treinador efetivo do time.

Essa invencibilidade recorde do Palmeiras em Brasileiro, sem perder há 29 jogos, começou com você, que comandou o time interinamente na vitória por 3 a 0 sobre o Paraná, em 29 de julho, enquanto o Felipão não assumia a equipe…
É verdade. Pô, que bom fazer parte desta história, de algo vencedor. Fico muito feliz por ter participado disso e colaborado. É muito legal. Mas o Palmeiras é muito grande, só estamos aqui de passagem. Sinceramente, nem penso nisso. Faço um policiamento constante comigo para não ficar muito ligado nessas coisas. Sou ser humano, trabalho o tempo inteiro contra a minha vaidade. Isso é legal, é massa, mas tenho de alimentar a minha fome. Se eu ficar pensando no passado, vou esquecer e me acomodar. E não quero me acomodar, quero mais. É um aprendizado. Vou fazer 45 anos, com muita conquista na base, mas, se eu achar que não preciso estudar, será um grande engano. Alimento meu aprendizado e, por isso, gosto de conversar com Felipão, Tite, meus adversários, sempre trocando ideias, para me engradecer e alimentar meu aprendizado, porque cada indivíduo tem algo a passar. E começo a evoluir. Se eu ficar relembrando que ganhei… É passado, já foi. Meus jogadores estão proibidos de falar de Copa do Brasil. Acabou. Comemoramos três dias, agora é o Paulista. Sou espelho deles. Se eu ficar o tempo inteiro falando que somos campeões, vamos nos acomodar. Não posso. Preciso deixá-los em alerta.

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بطولات يكشف الملعب المستضيف لمباراتي مصر أمام إثيوبيا وتونس

يستعد منتخب مصر الأول تحت القيادة الفنية للبرتغالي روي فيتوريا، لخوض معسكر مغلق يشهد خوض مباراتين أمام إثيوبيا وتونس.

ويصطدم منتخب مصر بنظيره الإثيوبي في ختام جولات دور المجموعات بتصفيات كأس أمم إفريقيا، فيما يلتقي تونس وديًا.

وعلم “بطولات” بأنه قد تحدد رسميًا استضافة ملعب ستاد الدفاع الجوي، لمباراة مصر وتونس الودية يوم 12 سبتمبر المقبل، كما تسلم اتحاد الكرة موافقة الجهات الأمنية.

أسامة حسني ينتقد قرار ضم رباعي الأهلي لمنتخب مصر.. ويصرح: حازم إمام سهل مهمة الزمالك

وكان الجهاز الفني قد فاضل بين أكثر من ملعب في القاهرة، بعد اعتذار ستاد القاهرة الدولي، وجاء الاستقرار في النهاية على الدفاع الجوي لاستضافة مواجهتي إثيوبيا وتونس.

وجاءت منذ أيام موافقة الأمن على مواجهة إثيوبيا، ثم وصلت منذ ساعات الموافقة على مواجهة تونس التي من المتوقع أن تشهد حضورًا جماهيريًا.

وتلعب مصر أمام إثيوبيا، في ختام مباريات الفراعنة بالتصفيات المؤهلة لكأس أمم أفريقيا في كوت ديفوار 2024.

'We are not playing with a free mind' – Mushfiqur

Mushfiqur Rahim has said that Bangladesh are playing under the pressure of maintaining their spots in the team, and this mindset has made it difficult for the team to compete in T20 matches

Mohammad Isam in Mirpur25-Mar-2014Mushfiqur Rahim has said Bangladesh’s players are playing under the pressure of maintaining their places in the team, and this mindset has made it difficult for the team to compete in T20 matches.”I think the main problem could be that previously our players could play their natural game freely from their positions,” Mushfiqur said, after Bangladesh’s 73-run defeat to West Indies. “We didn’t get that result in the last three months. The pressure is now about maintaining their place in the team.”I think that’s when you fall into pressure and can’t play naturally. In T20 format you have to start scoring quickly, so it becomes difficult for those out of form and with this mentality. We can’t think like this, we have to play our natural game as we did in the last two years.”Mushfiqur Rahim says Bangladesh’s poor fielding has come about due to a lack of confidence•Getty Images

This comes on the back of an admission from within the team management that they are finding it difficult to drop players who are out of form.Ahead of the Asia Cup, Mushfiqur had slammed chief selector Faruque Ahmed for not consulting him during squad selection and there have been whispers from the Bangladesh dressing-room that players are not feeling too comfortable with the changes Faruque has made.There are two arguments in this case. One side of the story is that the current crop of Bangladesh players should have a direct superior keeping them in the straight and narrow, but whether the chief selector should be that person is not clear.Secondly, if Faruque has held the players accountable, there are doubts over whether he should have started it so early in his second stint as selector, in a manner that has apparently shaken the team’s morale. There was widespread praise of Faruque’s handling of the Bangladesh team during his first stint between 2003 and 2007.Mushfiqur felt the players were not handling the expectations that have built up over the last two years.”Most of the players are not in the momentum of performance,” he said. “They are not playing with a free mind. We have to overcome this quickly.”It is quite obvious there will be pressure and criticism. The expectation is big because of how we played in the last two years. Six or seven of us performed, which raised our team’s overall performance. But that’s not happening now.”Mushfiqur said the team’s poor fielding was a result of their mindset. “The confidence is low because of batting and bowling form,” he said. “It is reflected in our catching and misfielding, as I feel some are mentally down.”

Para Diego, Fla deu 'primeiro passo' por vaga na semi da Sul-Americana

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A Copa Sul-Americana é a última esperança do Flamengo para conquistar um título em 2017 e na última quarta-feira, o Rubro-Negro venceu o Fluminense por 1 a 0, atuando como “visitante” e conseguiu uma boa vantagem para o jogo da volta. Diego falou sobre o resultado no clássico.

– Primeiro passo. Jogo de 180 minutos, o primeiro passo foi dado. Gol qualificado, vitória muito difícil, suada. Agora é pensar no Vasco, não temos tempo para comemorar. Saímos de campo satisfeitos com esse primeiro jogo. Nós queremos ao máximo agradar aos torcedores e transmitir o que sentimos – em entrevista ao SPORTV.

Para o camisa 10 – na Sul-Americana – o time “soube sofrer” e dedicou o resultado para a torcida do Flamengo.

– Acho que hoje tivemos equilíbrio para controlar a partida. Sofremos, o que é normal, mas foi uma combinação que deu certo. Torcida merece o nosso melhor, e eu acredito que hoje foi feito.

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Abel Braga, após vitória do Fla: 'O que erramos é um negócio absurdo'

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O Flamengo venceu o Corinthians na noite desta quarta-feira, por 1 a 0, pela ida das oitavas de final da Copa do Brasil. O desempenho do Rubro-Negro no primeiro tempo, entretanto, não deixou nada satisfeito o técnico Abel Braga. Em entrevista coletiva após a partida, em São Paulo, o comandante da Gávea destacou os erros observados e disse que o time da etapa inicial foi irreconhecível. A conversa no intervalo, segundo ele, foi essencial para a melhora no segundo tempo e a consequente vitória.

– O que erramos é um negócio absurdo. Esse time que jogou o primeiro tempo eu não sei qual é. Desconheço. No segundo tempo, três, quatro jogadores que estavam abaixo, subiram. Melhoramos o ritmo, jogamos mais de forma inteligente, fomos mais nós e conseguimos um resultado importante. Mas que não significa dizer nada, é um jogo de 180 minutos – afirmou o treinador, em entrevista coletiva, completando:

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– Cheguei em 4 de janeiro. O time que jogou no primeiro tempo eu não conheço. Só corremos atrás do Corinthians. No segundo tempo, a equipe como um todo cresceu. Não teve estratégia, tática, nem nada… Teve um papo sério no intervalo, queria ver meu time jogar. E vi no segundo tempo. Tenho um grupo de jogadores fantásticos, muito apoio dos jogadores, da direção.

O Flamengo joga por um empate no jogo de volta, no dia 4 de junho, no Maracanã, para avançar às quartas de final da Copa do Brasil. Como não há mais o critério de gol qualificado, qualquer vitória do Corinthians por um de diferença levará a partida para os pênaltis.

No próximo sábado, os comandados de Abel Braga voltam a campo para enfrentar o Atlético-MG, às 19h (de Brasília), pelo Campeonato Brasileiro. A partida será realizada no Estádio Independência, em Belo Horizonte.

Umpire Benson heading for retirement

The leading umpire Mark Benson iss planning to retire from the game with immediate effect following his sudden withdrawal from the Adelaide Test

Alex Brown at Adelaide Oval06-Dec-2009

Mark Benson and Ricky Ponting have disagreed on a few occasions over their careers•AFP

Mark Benson is planning to retire from umpiring with immediate effect following his sudden withdrawal from the Adelaide Test. The Sunday Times has reported Benson was upset over several incidents involving the Umpire Decision Review System on day one of the second Test between Australia and West Indies, one of which led to his original decision being overturned.Benson twice ruled Shivnarine Chanderpaul not-out to caught-behind appeals on Friday, both of which were challenged by the Australians. The third umpire, Asad Rauf, upheld Benson’s first ruling, prompting an angry response from the bowler, Doug Bollinger, and the Australian captain, Ricky Ponting. But it is the second video review, which resulted in Chanderpaul being ruled out for 62, that is understood to have most upset the English official. Hot Spot replays showed no evidence of the ball striking the outside edge of Chanderpaul’s bat, however other camera angles provided Rauf with enough evidence to reverse Benson’s original ruling.Cricinfo has been told an irate Benson “ranted” to colleagues in the umpire’s room after the first day’s play about his dissatisfaction with the UDRS. He is believed to have said at the time that the new system “just makes (umpiring) harder”, however ICC officials were remaining tight-lipped on the matter on Sunday.David Morgan, the ICC president, told Cricinfo Benson was “poorly” and referred other questions to David Richardson, the ICC’s general manager, and Vintcent van der Bijl, the umpire’s manager. Chris Broad, the match referee who is presiding over the Adelaide Test, denied Benson’s swift departure from Adelaide was the result of unhappiness over the UDRS. “There is absolutely no truth in that at all,” Broad said. “The review system is new to everyone and you’ve got to get used to it. He was an advocate of the review system to help umpires out.”We spoke on the second morning and he said that he was feeling unwell. I was in India with him as well where he was unwell. We thought this might well be another situation like that we were in in India. We chatted about it and he said he didn’t feel as though he could go on the field again. We decided to leave him back in the hotel. I phoned Dubai and they decided that if it was a recurrence of high blood pressure or stomach problems he had in India he needed to get it sorted out. That was the reason that I was aware he went home.”ICC chief executive Haroon Lorgat also denied Benson’s return to England was related to the UDRS. “This is completely untrue. Benson has been a strong supporter of the system and his return home has nothing to do with it,” he told . “”He is not well and that’s why he is returning home. I’m sure once he reached England, he would issue a clarification.”ICC sources have told Cricinfo, however, that report is indeed accurate, and an announcement from Benson is expected after his arrival into Britain. Precisely why Benson opted to leave Adelaide before the conclusion of the second Test remains unknown.Benson stood down from two one-day internationals involving Australia and India this year due to migraines, and previously experienced heart palpitations during a Test between South Africa and India in Durban. It is understood he did not visit a hospital in Adelaide before his departure on Saturday, despite “ill health” being cited by the ICC as the cause for his departure.Controversy has always followed umpires, but scrutiny has escalated of late. Darrell Hair resorted to legal avenues after he was sidelined by the ICC for his role in the forfeited Test at The Oval between England and Pakistan two years ago, while Steve Bucknor was benched for the latter stages of the Australia-India Test series two summers ago after the BCCI complained of errors.”There’s probably less pressure on the umpires now with a review system than there was beforehand,” Broad said. “Umpires would stand out there in the morning and captains and fielders would strut around not really knowing the result of it. With the review system they know the result straight away.”

رسميًا.. منتخب إيطاليا يتعاقد مع سباليتي

أعلن الاتحاد الإيطالي لكرة القدم توصله إلى اتفاق رسمي مع لوتشيانو سباليتي، ليتولى مسؤولية تدريب منتخب إيطاليا.

وأفاد الاتحاد الإيطالي، في بيانه الرسمي منذ قليل، أن سباليتي سيبدأ مسؤولياته بشكل رسمي بدءًا من الأول من سبتمبر المقبل.

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وسيكون سباليتي مدربًا لمنتخب إيطاليا لكرة القدم خلفًا لـ روبرتو مانشيني، الذي اُعلن رحيله عن صفوف المنتخب في وقت سابق من الأسبوع الحالي.

وسيبدأ منتخب إيطاليا مشواره تحت قيادة سباليتي، في المباراتين المرتقبتين الشهر المقبل، ضد مقدونيا الشمالية وأوكرانيا في إطار التصفيات المؤهلة إلى يورو 2024.

كان سباليتي قد قاد نابولي إلى تحقيق بطولة الدوري الإيطالي، الموسم الماضي 2022/23، قبل أن يقرر الرحيل بنهاية الموسم نفسه.

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